Lets say that this post has an informative character and I am going to wait for anybody to comment before I actually say what I think!

Vamos dizer que esse post tem caráter meramente informativo, vou aguardar comentários antes de dar a minha opinião do assunto!

It's the World's Strongest, Most Expensive Beer -- Inside a Squirrel 

É a cerveja mais forte e mais cara do mundo, e vem dentro de um esquilo!


Our old buddies BrewDog have done it again. Not content with winning back the "strongest beer in the world" title last February with its Sink the Bismarck!, they've now upped their game with a new brew that is 55 percent alcohol by volume and carries a $765 price tag. It's called The End of History.

A galera da Brewdog, mais uma vez, não contentes com o fato de já possuirem o título de "cerveja mais forte do mundo" com a "Afunde o Bismarck!", acabaram de lançar uma nova cerveja que contém 55% de álcool (a média alcoólica de cervejas em geral é entre 5 e 7%, critério de comparação, vodka possui 40% de álcool) e custa cerca de 1300 reais. Seu nome "O Fim da História"

Oh, and did we mention that the bottles come in stuffed animals-like stuffed animals that were once alive? The 12 bottles have been made featuring seven dead stoats (a kind of weasel), four squirrels and one rabbit. James Watt, one of the two guys behind BrewDog, put it better than we ever could: "The impact of The End of History is a perfect conceptual marriage between taxidermy, art and craft brewing." Just like we've all been waiting for!

Oh, e esqueci de comentar, as garrafas vem em animais empalhados, isso aqueles bichinhos que um dia estavam vivinhos! São 12 garrafas, sete mustelídeos (um tipo de fuinha), quatro esquilos e uma lebre. James watt, um dos dois donos da Brewdog explica da melhor forma possível: "O impact do "O Fim da História" é o casamento perfeito entre taxidermia, art e cervejaria."exatamente como todos nós esperávamos!

For those interested in the actual beer, it's a blond Belgian ale with touches of nettles and juniper berries -- and in order to achieve the brain-blasting alcohol content, it had to be created using extreme freezing techniques.

Para aqueles atualmente interessados na cerveja, é uma Ale Belga com um toque de urtiga e baga de zimbro, para alcançar o expressivo conteúdo alcoólico, a cerveja é criada usando técnicas extremamente frias.


Text adapted from asylum.com and terra.com - Thank you

De Aldo Novak

Pense em alguém que seja poderoso. Essa pessoa briga e grita como uma galinha, ou olha e silencia, como um lobo? Lobos não gritam. 
Eles têm a aura de força e poder. Observam em silêncio. Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio. 
Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas. Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos. Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis. Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota. 
Olhe. Sorria. Silencie. Vá em frente. Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar. 
Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso. Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) idéia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques. Não é verdade! 
Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir.  
Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal. Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça. Você pode escolher o silêncio. Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenócrates, há mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar: "ME ARREPENDO DE COISAS QUE DISSE, MAS JAMAIS DO MEU SILÊNCIO". Responda com o silêncio, quando for necessário. 
Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais. Use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não responder em alguns momentos. Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas. E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.

Since I got my first job every chance that I had to travel was insanely used and most of the time by myself. Here is a few tips that even if they are not mine it really make a lot of sense and is really the way I always focus my way of traveling.  I can proudly say that I had great experiences, been to awesome unknown places and made good friends on the process.

1. Avoid museums. This might seem to be absurd advice, but let's just think about it a little: if you are in a foreign city, isn't it far more interesting to go in search of the present than of the past? It's just that people feel obliged to go to museums because they learned as children that travelling was about seeking out that kind of culture. Obviously museums are important, but they require time and objectivity – you need to know what you want to see there, otherwise you will leave with a sense of having seen a few really fundamental things, except that you can't remember what they were.

2. Hang out in bars. Bars are the places where life in the city reveals itself, not in museums. By bars I don't mean nightclubs, but the places where ordinary people go, have a drink, ponder the weather, and are always ready for a chat. Buy a newspaper and enjoy the ebb and flow of people. If someone strikes up a conversation, however silly, join in: you cannot judge the beauty of a particular path just by looking at the gate.

3. Be open. The best tour guide is someone who lives in the place, knows everything about it, is proud of his or her city, but does not work for an agency. Go out into the street, choose the person you want to talk to, and ask them something (Where is the cathedral? Where is the post office?). If nothing comes of it, try someone else – I guarantee that at the end of the day you will have found yourself an excellent companion.

4. Try to travel alone or – if you are married – with your spouse. It will be harder work, no one will be there taking care of you, but only in this way can you truly leave your own country behind. Travelling with a group is a way of being in a foreign country while speaking your mother tongue, doing whatever the leader of the flock tells you to do, and taking more interest in group gossip than in the place you are visiting.

5. Don't compare.
Don't compare anything – prices, standards of hygiene, quality of life, means of transport, nothing! You are not travelling in order to prove that you have a better life than other people – your aim is to find out how other people live, what they can teach you, how they deal with reality and with the extraordinary.

6. Understand that everyone understands you. Even if you don't speak the language, don't be afraid: I've been in lots of places where I could not communicate with words at all, and I always found support, guidance, useful advice, and even girlfriends. Some people think that if they travel alone, they will set off down the street and be lost forever. Just make sure you have the hotel card in your pocket and – if the worst comes to the worst – flag down a taxi and show the card to the driver.

7. Don't buy too much.
Spend your money on things you won't need to carry: tickets to a good play, restaurants, trips. Nowadays, with the global economy and the Internet, you can buy anything you want without having to pay excess baggage.

8. Don't try to see the world in a month. It is far better to stay in a city for four or five days than to visit five cities in a week. A city is like a capricious woman (or a capricious man, if you are a woman): she/he takes time to be seduced and to reveal him/herself completely.

9. A journey is an adventure. Henry Miller used to say that it is far more important to discover a church that no one else has ever heard of than to go to Rome and feel obliged to visit the Sistine Chapel with two hundred thousand other tourists bellowing in your ear. By all means go to the Sistine Chapel, but wander the streets too, explore alleyways, experience the freedom of looking for something – quite what you don't know – but which, if you find it, will – you can be sure – change your life.
 
The text was taken from Paulo Coelho's blog and his book "Like a flowing river"

Desde que consegui meu primeiro emprego todas as chances que tive de viajar foram insanamente aproveitadas, e na maioria das vezes sozinho. Aqui vai algumas dicas que mesmo não sendo minhas, fazem todo sentido e é realmente a forma como foquei a maioria das minhas viagens. Eu posso dizer, com orgulho, que tive ótimas experiências, estive em lugares maravilhosos e pouco conhecidos, e fiz diversos amigos nesse processo.

1] Evite os museus. O conselho pode parecer absudo, mas vamos refletir um pouco juntos: se voce está numa cidade estrangeira, não é muito mais interessante ir em busca do presente que do passado? Acontece que as pessoas sentem-se obrigadas a ir a museus, porque aprenderam desde pequeninas que viajar é buscar este tipo de cultura. É claro que museus são importantes, mas exigem tempo e objetividade – voce precisa saber o que deseja ver ali, ou vai sair com a impressão de que viu uma porção de coisas fundamentais para a sua vida, mas não se lembra quais são.

2] Frequente os bares.
Ali, ao contrário dos museus, a vida da cidade se manifesta. Bares não são discotecas, mas lugares onde o povo vai, toma algo, pensa no tempo, e está sempre disposto a uma conversa. Compre um jornal e deixe-se ficar contemplando o entra-e-sai. Se alguém puxar assunto, por mais bobo que seja, engate a conversa: não se pode julgar a beleza de um caminho olhando apenas sua porta.

3] Esteja disponível. O melhor guia de turismo é alguém que mora no lugar, conhece tudo, tem orgulho de sua cidade, mas não trabalha em uma agência. Saia pela rua, escolha a pessoa com quem deseja conversar, e peça informações (onde fica tal catedral? Onde estão os Correios?) Se nao der resultado, tente outra – garanto que no final do dia irá encontrar uma excelente companhia.

4] Procure viajar sózinho, ou – ser for casado – com seu conjuge.
Vai dar mais trabalho, ninguém vai estar cuidando de voce(s), mas só desta maneira poderá realmente sair do seu país. As viagens em grupo são uma maneira disfarçada de estar numa terra estrangeira, mas falando a sua língua natal, obedecendo o que manda o chefe do rebanho, preocupando-se mais com as fofocas do grupo do que com o lugar que se está visitando.

5] Não compare
. Não compare nada – nem preços, nem limpeza, nem qualidade de vida, nem meio de transportes, nada! Voce não está viajando para provar que vive melhor que os outros – sua procura, na verdade, é saber como os outros vivem, o que podem ensinar, como se enfrentam com a realidade e com o extraordinário da vida.

6] Entenda que todo mundo lhe entende
. Mesmo que nao fale a lingua, nao tenha medo: já estive em muitos lugares onde nao havia maneira de me comunicar através de palavras, e terminei sempre encontrando apoio, orientação, sugestões importantes, e até mesmo namoradas. Algumas pessoas acham que, se viajarem sózihas, vão sair na rua e se perder para sempre. Basta ter o cartão do hotel no bolso, e – numa situação estrema – tomar um táxi e mostra-lo ao motorista.

7] Não compre muito. Gaste seu dinheiro com coisas que nao vai precisar carregar: boas peças de teatro, restaurantes, passeios. Hoje em dia, com o mercado global e a Internet, voce pode ter tudo sem precisar pagar excesso de peso.

8] Não tente ver o mundo em um mes. Mais vale ficar numa cidade quatro a cinco dias, que visitar cinco cidades em uma semana. Uma cidade é uma mulher caprichosa, precisa de tempo para ser seduzida e mostrar-se completamente.

9] Uma viagem é uma aventura.
Henry Miller dizia que é muito mais importante descobrir uma igreja que ninguém ouviu falar, que ir a Roma e sentir-se obrigado a visitar a Capela Sixtina, com duzentos mil turistas gritando nos seus ouvidos. Vá à capela Sixtina, mas deixe-se perder pelas ruas, andar pelos becos, sentir a liberdade de estar procurando algo que não sabe o que é, mas que – com toda certeza – irá encontrar e mudará a sua vida.

Texto extraído do livro de Paulo Coelho "Like a flowing river" também postado em seu blog.

A good friend of mine asked me how does soccer works when we were watching the last brazilian game, here it is a great and simple way of understanding it!

Soccer 101


Duration: 90 min ( 2 x 45 min )
Players: 11 in each team
Objective: to score as many goals as possible using any part of the body but the hands. Any player can score a goal.
Referee: the one who enforces the rules

Foul & misconduct

when a player hits another, three things may happen:
1]Free kick
2] Free kick + card ( Yellow= beware! Red = you are out! )
3] Penalty kick = if a defender uses the hand or if the foul happens in the marked area around the goal (white lines above). In this case, the ball is placed in a mark in front of the goalkeeper. When the penalty kick is taken, the only two players in the box are the penalty taker and the defending team’s goalkeeper. Everyone else must be outside the white lines.

The only complicated rule

The offside – when the striker is closer to the opposing team’s goal than that team’s last defender. Meaning: you need an adversary to make it worth your effort!

Post Published on Paulo Coelho's blog

History being made right now!!!!

I am not a huge fan of Tennis, but check history in the making, the longest Tennis match ever is happening right now, is already over 8,5 hours, the 5th set alone is already longer than the longest game before this one!

Worth to check!

História sendo feita agora!!!

Eu não sou um grande fã de Tenis, mas deêm uma olhada em história sendo feita, o mais longo jogo de tenis esta acontecendo agora, ja passa das 8,5 horas, e o quinto set sozinho já é mais longo que o segundo jogo mais longo!

Vale a pena conferir!

Escolhas de Uma Vida

Texto enviado por Berenice Ramos pro Blog do Caminho, gostei e to postando aqui, obrigado.

A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".

Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.

As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...

Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.

Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.

Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...!

Pedro Bial

Mama acabou de embarcar e me deixou "orfão" de novo então resolvi deixar um recadinho aqui pra ela.

"Hopefully" ela vai ler loguinho!!!

Foram, acredito, que 26 dias de pura curtição, não curtição de baladas e sim eu curtindo minha mãe, no fim não fizemos muito além de compras, praia, compras, restaurantes, compras, caminhadas, compras, passeamos de Tracy e de Rebecca, mais compras e uma gostosa viagem pro Caribe, mais especificamente Bahamas, no fim ela saiu daqui com exatamente 90 quilos de bagagem, não, não é brincadeira ela saiu daqui com duas malas de 33 quilos, uma de 15 quilos e uma mochila nas costas de 10 quilos!!!! O problema foi que ela deixou muita saudade e a contínúa sensação de que podíamos fazer muito mais coisas, aliás, essa sensação eu sempre tenho quando alguém vem me visitar, mas quando é minha Mãe ou meu Pai é como seu eu nunca conseguisse fazer o que eles merecem! A realidade é que não acredito que um dia serei capaz de me sentir satisfeito, afinal de contas eles me deram TUDO o que eu precisei por todos esses anos, me amaram e me educaram e da melhor forma possivel me ajudaram a me tornar quem eu sou, que lógico, com algumas, ou melhor muitas, falhas posso dizer que me orgulho de quem hoje sou.

Mama e Pai, muito obrigado por tudo, tudo mesmo! A unica coisa que não gosto é esse pequeno e constante vazio no coração que as vezes fica muito grande, a parte boa é que sempre que esse vazio cresce um de vocês vem me visitar e diminui a distância mais uma vez! Portanto, mais uma vez, muito obrigado!

Amo vocês

About this blog

Beach House is a place where I go for all the stuff that makes me happy. Is not always sunny at the beach but we will always have the beach house, a place that always bring family and friends closer even when they are distant. I hope you enjoy your time at the beach. A casa da praia é um lugar que eu vou para todas as coisas que me fazem feliz. Nem sempre tem sol na praia mas a casa da praia vai estar sempre lá, um lugar que sempre coloca família e amigos mais próximos mesmo quando estão distantes. Espero que aproveite seu tempinho aqui na praia.

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From the 4th biggest city in the world, living in USA for the last four and half years, worked as bunch of things but now in love with the HR field.

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