Texto extraído do Blog do Caminho

"Pára de ficar rezando e batendo o peito!

O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida.

Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.



Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste

e que acreditas ser a minha casa.

Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias.

Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.



Pára de me culpar da tua vida miserável:

Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau.

O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria.

Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.



Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo.

Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho...

Não me encontrarás em nenhum livro!



Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?



Pára de ter tanto medo de mim.

Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo.

Eu sou puro amor.



Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar.

Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres,

de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio.

Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti?

Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez?



Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos

que não se comportem bem, pelo resto da eternidade?

Que tipo de Deus pode fazer isso?



Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei;

essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.

Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti.

A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida,

que teu estado de alerta seja teu guia.



Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho,

nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso.

Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.



Eu te fiz absolutamente livre.

Não há prêmios nem castigos.

Não há pecados nem virtudes.

Ninguém leva um placar.

Ninguém leva um registro.



Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.



Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho.

Vive como se não o houvesse.

Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar,

de amar, de existir.



Assim, se não há nada,

terás aproveitado da oportunidade que te dei.



E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não.

Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste...

Do que mais gostaste? O que aprendeste?



Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar.

Eu não quero que acredites em mim.

Quero que me sintas em ti.

Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada,

quando agasalhas tua filhinha,

quando acaricias teu cachorro,

quando tomas banho no mar.



Pára de louvar-me!

Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja?

Me aborrece que me louvem.

Me cansa que agradeçam.

Tu te sentes grato?

Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo.



Te sentes olhado, surpreendido?...

Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.



Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim.

A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo,

e que este mundo está cheio de maravilhas.



Para que precisas de mais milagres?

Para que tantas explicações?


Não me procures fora!

Não me acharás.

Procura-me dentro...

aí é que estou,

batendo em ti.

Se Deus tivesse falado



Muito importante Ler!

As palavras são de Baruch Espinoza -nascido em 1632 em Amsterdã, falecido em Haia em 21 de fevereiro de 1677, foi um dos grandes racionalistas do século XVII dentro da chamada Filosofia Moderna, juntamente com René Descartes e Gottfried Leibniz. Era de família judaica portuguesa e é considerado o fundador do criticismo bíblico moderno. Acredite, essas palavras foram ditas em pleno Século XVII.

Continuam verdadeiras e atuais até a data de hoje.


Baruch Espinosa (Filósofo-pensador [1632-1677])


Um barco cheio de turistas chegou a uma pequena vila de pescadores.
Um dos turistas elogiou um dos pescadores em relação à qualidade de seu pescado e o perguntou quanto tempo levou para pegar os peixes.

"Não demorou muito não!" - O pescador respondeu.

"Mas então porquê você não ficou mais tempo e pegou mais peixes?" - Perguntou o turista.
O pescador explicou que essa quantidade era suficiente para atender suas nescessidades e as de sua família.

Então o turista perguntou - "Mas o que você faz com o seu tempo?" 

"Eu durmo tarde, pesco um pouco, brinco com meus filhos, dou uma cochilada com minha esposa. Na noitinha, vou pra vila para ver meus amigos, aproveitar, tomar uma, tocar um violão e cantar algumas músicas....tenho uma vida cheia."

O turista o interrompeu - "Eu tenho um MBA em Harvard e posso te ajudar!" Você deve começar pescando por mais tempo todos os dias; então vende o peixe extra que pescou; com o retorno extra você pode comprar um barco maior. Com o retorno que esse barco maior vai trazer você pode comprar outro barco, e depois outro e depois outro e assim vai, até você chegar a ter sua própria frota."
"Ao invés de vender seu pescado para um intermadiário você pode negociar diretamente com as empresas de processamento, talvez até ter sua própria empresa de processamento"        "Você pode então deixar essa vila e se mudar para uma grande cidade e gerenciar seu gigante negócio diretamente de seu escritório"

"Quanto tempo isso vai levar?" - Perguntou o pescador.

"Vinte, talvez vinte e cinco anos" - Respondeu o turista.

"E depois disso?" - perguntou o pescador

"E depois? Depois disso é quando fica tudo muito interessante" - respondeu o turista sorrindo - "Quando sua empresa se tornar bastante grande você pode começar a vender ações na bolsa e fazer milhões!"

"Milhões?? Sério?? E depois??" - perguntou o pescador

"Depois - e essa é a melhor parte - você será capaz de se aposentar, viver numa pequena vila perto da costa, dormir tarde, pegar uns peixinhos, cochilar com sua esposa e passar suas noites aproveitando, tocando violão e curtindo seus amigos!"


Another little history lesson for the day!
 
In case you didn't already know this little tidbit of trivia, it might make you chuckle when you read it.
 
On July 20, 1969, as commander of the Apollo 11 Lunar Module, Neil Armstrong was the first person to set foot on the moon.
 
His words, "That's one small step for man, one giant leap for mankind", were televised to earth and heard by millions. But just before he re-entered the 'lander', he made the enigmatic remark, "Good luck, Mr. Gorsky".  Many people at NASA though it was a casual remark concerning some rival Soviet cosmonaut.
 
However, upon checking, there was no Gorsky in either the Russian or American space programs. Over the years Armstrong was questioned as to what the 'good luck, Mr. Gorsky' statement meant, but he always just smiled.
 
On July 5, 1995, in Tampa Bay, Florida , while answering questions following a speech, a reporter brought up the 26-year-old question to Armstrong. This time he finally responded.  Mr. Gorsky had died, so Neil Armstrong felt he could now answer the question.
 
In 1938, when he was a kid playing baseball with a friend in his backyard, his friend hit the ball, which landed in the neighbor's yard by their bedroom window. His neighbors were Mr. and  Mrs. Gorsky.

While he
leaned down to pick up the ball, young Armstrong heard Mrs. Gorsky shouting at Mr. Gorsky:
 
"SEX! YOU WANT SEX?! YOU'LL GET SEX WHEN THE KID NEXT DOOR WALKS ON THE MOON!"
TRUE STORY!


Texto de Lourdes Possatto - extraído do Blog do Caminho.

O sujeito mimado é aquela pessoa que espera que o mundo seja do jeito que ele quer, que os outros façam o que ele quer, na hora que quer e do jeito que quer. Existem muitas pessoas mimadas independentemente do nível socioeconômico. O mimado tem uma insegurança muito grande, ele carece de valorização. Então, sempre espera que alguém reconheça seu valor fazendo exatamente o que ele quer. O mimado impõe sua vontade por meio de choro ou chantagem emocional. Ele tem uma carência de "colinho" constante, para que se sinta amparado, amado.

A vítima se comporta como se nada dependesse dela, por que ela é a vítima, logo, é totalmente irresponsável. E ainda acha que só por que o outro tem mais do que ela, é obrigação dele ajudá-la. A vítima impõe que as pessoas a ajudem e lhe dêem o que ela precisa.

Ambos têm dificuldade de aceitar a realidade como é, bem como sua responsabilidade, pois idealiza as coisas a as pessoas segundo sua ótica egocêntrica.

Dicas:
• Aceitar a realidade e perceber nossa ausência de controle sobre a vida e as pessoas.
• Mude a si mesmo e os outros responderão a esse novo padrão de energia.
• Somos capazes de fazer o que temos que fazer, percebendo nossos potenciais e os redirecionando para agirmos em prol de nós mesmos.
• Não culpar ninguém por nada, pelo contrário, usar seu livre-arbítrio e agir de acordo com o que sabe e pode.
• Assumir a responsabilidade de usar seu poder de escolha a seu favor, se responsabilizar por você e por suas escolhas.
• Conservar seu poder em suas próprias mãos. Trabalhar sua independência emocional.

Lembre-se: A inveja faz mal para quem inveja e não para a pessoa invejada, por que ninguém tem o poder de nos prejudicar, a não ser que estejamos na vibração do mal, do julgamento e da inveja negativa.



Mais uma vez minha maior colaboradora mandou um texto, Amo você Tata!

Imagine uma viagem em um carro chamado Vida, numa estrada chamada Sonho, com amores chamados Família e um amigo chamado Deus. Então, vire a esquina chamada Esperança e quando chegar num lugar chamado Sucesso, agradeça ao motorista chamado Jesus! Quando entrar na casa chamada Prosperidade, não se acanhe e abrace os hóspedes, cujos nomes são: Andei, Lutei e Venci!


HOME REMEDIES THAT REALLY WORK!!
I checked this out on Snopes and it's for real!

AMAZINGLY SIMPLE HOME REMEDIES:

1. AVOID CUTTING YOURSELF WHEN SLICING VEGETABLES BY GETTING SOMEONE ELSE TO HOLD THE VEGETABLES WHILE YOU CHOP.

2. AVOID ARGUMENTS WITH THE FEMALES ABOUT LIFTING THE TOILET SEAT BY USING THE  SINK.

3. FOR HIGH BLOOD PRESSURE SUFFERERS - SIMPLY CUT YOURSELF AND BLEED FOR A FEW MINUTES, THUS REDUCING THE PRESSURE ON YOUR VEINS. REMEMBER TO USE A TIMER.

4. A MOUSE TRAP PLACED ON TOP OF YOUR ALARM CLOCK WILL PREVENT YOU FROM ROLLING OVER AND GOING BACK TO SLEEP AFTER YOU HIT THE SNOOZE  BUTTON.

5. IF YOU HAVE A BAD COUGH, TAKE A LARGE  DOSE OF LAXATIVES. THEN YOU'LL BE AFRAID TO  COUGH.

6. YOU ONLY NEED TWO TOOLS IN LIFE - WD-40  AND DUCT TAPE. IF IT DOESN'T MOVE AND SHOULD, USE THE WD-40. IF IT SHOULDN'T MOVE AND DOES, USE THE DUCT TAPE.

7. IF YOU  CAN'T FIX IT WITH A HAMMER, YOU'VE GOT AN ELECTRICAL PROBLEM.

DAILY THOUGHT:

SOME PEOPLE  ARE LIKE SLINKIES - NOT REALLY GOOD FOR ANYTHING BUT THEY BRING  A SMILE TO YOUR FACE WHEN PUSHED DOWN THE  STAIRS.


Bom parece que não vou testar meus painéis! Tudo de bom!!!! (not really!!)

Humpf.

Abreijos

Kahoe


Oi Pessoal,

Sei que vocês não vão gostar de ouvir e ainda nem ta confirmado que vai passar aqui, mas, por enquanto, a rota do furacão Irene esta como na foto em anexo, se vier pra cá chegará como categoria 3, a escala vai de 1 a 5, sendo 5 o mais forte. Pra ficar mais interessante fiz uma marquinha preta no mapinha pra vcs verem mais ou menos onde fica minha casa!!!! Confesso que estou ansioso, de uma certa forma curioso pra ver qual vai ser!!!!

De qualquer forma amo vocês de montão!!!

Kahoe
PS: Pai, se precisar, vamos testar nosso trabalho com os painéis nas janelas, super massa!!!!!! kkkkkkkk


Quem alcança sempre espera?

 A esperança é a primeira que morre. Depois, começam a desaparecer o entusiasmo com o trabalho, a competitividade e, finalmente, a própria empresa. Pelo menos essa é a tese do psicólogo americano Rick Snyder, professor da Universidade de Kansas: Empresas com baixo nível de esperança estão fadadas a desaparecer no século 21.

Snyder estuda o tema há quinze anos. Ele percebeu que uma das coisas mais fundamentais em nossa vida era tratada como futilidade. O psicólogo estudou primeiro o efeito da esperança na vida das pessoas. Atualmente, sua atenção está voltada para mediar a esperança nas empresas.

O que ele mede? Ter esperança, segundo Snyder, significa estabelecer os próprios objetivos, decidir como alcançá-los e manter a motivação para ser bem-sucedido. Por isso, ele tem ido às empresas fazer questionários e entrevistas para descobrir qual o clima organizacional e qual o grau de autonomia dos empregados.

Snyder ainda não montou seu ranking das empresas com maior esperança nos Estados Unidos. Porém, cita a Microsoft como exemplo, porque, segundo ele, deixa os funcionários estabelecerem objetivos, envolve-os na maneira como a companhia vai atingir suas metas e os mantém em constantes programas de motivação. Muitas empresas de Internet seguem o mesmo modelo, observa Snyder.

Como algo tão etéreo quanto esperança pode fazer diferença no balanço de pagamentos de uma empresa?
Na opinião de Snyder, as companhias com baixa esperança deixam de ser competitivas porque baixa esperança resulta em funcionários que não trabalham duro. Mesmo os altos executivos se tornam desiludidos com o tempo. Uma empresa com muita esperança tem funcionários e chefes entusiasmados sobre o amanhã, sobre mudanças, sobre treinar coisas novas. Esse é o tipo de empresa que vai sobreviver no século 21, diz.

Segundo Snyder, quem tem esperança consegue planejar o futuro e é otimista em relação a suas chances de acordar no dia seguinte melhor do que esteve hoje. Esperança, diz ele, é o motor que nos leva para frente. Ela é importante em qualquer área da vida. Contudo, ter esperança no trabalho é diferente de ter esperança na vida. E uma empresa com alto grau de esperança tem certas características marcantes...

·         boa comunicação. Num ambiente de trabalho com alto grau de esperança, os chefes conversam abertamente com os funcionários e estes também sentem que podem falar com os chefes;
·         funcionários envolvidos no estabelecimento de metas. Se as metas são criadas apenas pelos chefes, as pessoas não se sentem parte delas, não se envolvem;
·         liberdade para escolher seus caminhos. Os chefes deixam que os empregados decidam com alcançar as metas que eles ajudaram a estabelecer. O vendedor define como vai alcançar suas cotas de vendas; o operário, como operar as máquinas;
·         liderança democrática. Os líderes dão o tom da esperança no ambiente de trabalho. Para isso, eles precisam desistir de alguns de seus poderes, ou seja, para que os funcionários tomem suas decisões, os chefes terão de deixar de tomá-las. Também terão de acreditar que as decisões deles serão melhores que as suas. Há uma grande chance de que, numa empresa com baixa esperança, os altos executivos tomem todas as decisões, estabeleçam todas as metas, façam todos os plano, diz Snyder.

Se ter esperança é bom para a empresa, ainda é melhor para as pessoas. Porque pessoas com alta esperança tentam estabelecer metas um pouco mais difíceis que as anteriores e não ficam se comparando com outras pessoas. Elas são muito mais fascinadas com seus próprios objetivos, não ficam ansiosas ou preocupadas, diz o professor americano. No final das contas, Snyder diz que esperança tem tudo a ver com sucesso. As pessoas bem-sucedidas são as que têm alta esperança. Quando não atingem suas metas, em vez de desistir, elas tentam de novo, de novo e de novo.
Fonte
GOMES, Maris Tereza. Quem alcança sempre espera? Exame, São Paulo, n. 731, 10 jan. 2001.


Texto extraído do Blog do Caminho que SEMPRE tem entradas maravilhosas e dicas fenômenais!
1. Pensamentos obsessivos- Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

2. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

3. Maus hábitos e falta de cuidado com o corpo - Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: "bons tempos aqueles!", costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e a si mesmo, fica energeticamente obeso", carregando fardos passados.

6. Mentira pessoal - Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos inter-pessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro "escape" de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe "diz" inconscientemente: "você não me terminou! Você não me terminou!" Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da determinação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.


Nina, Hannah e Lucy no dog park!!!

Verdades da vida

(extraído do blog de um grande amigo, http://aabelinhaa.blogspot.com, valeu Rafinha)

Fonte: ELIANE BRUM


Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.


Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.


Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a "injustiça" e boa parte se emburra e desiste.


Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.


Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam "felizes". Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.


É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?


Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que "fulano é esforçado" é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.


Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do "eu mereço".


Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.


A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: "Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil"? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.


Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.


Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.


Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.


Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.


O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.


Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.


Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: "Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua". Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: "Olha, meu dia foi difícil" ou "Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso" ou "Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir". Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.


Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.


Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.


Um homem Inteligente Falando das Mulheres
(Drauzio Varella)
 
O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários  seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana.
Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência,  lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!'
Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade
a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

Habitat
Mulher não pode ser mantida em cativeiro.  Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA.
Você jamais terá a posse de uma mulher,o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.

Alimentação correta
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo' no café da manhã  as  mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia.  Um abraço diário é como a água para as samambaias.
Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.

Flores
Também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.

Respeite a natureza
Você não suporta TPM? Case-se com um homem.  Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação...
Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.

Não tolha a sua vaidade
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar sapatos,  ficar horas escolhendo roupas no shopping.

Cérebro feminino não é um mito
Por insegurança, a maioria dos homens prefere  não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher,  mas um mero objeto de decoração..
Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher.
Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.

Não faça sombra sobre ela
Se você quiser ser um grande homem  tenha uma mulher ao seu lado,nunca atrás.  Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado.  Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-no-traseiro.
Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar.
O homem sábio alimenta os potenciais da parceira  e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
 
E meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay. 
Só tem mulher quem pode!


This is an angry post, is just someone venting, please take that in consideration!!!!

Sometimes loving someone is fighting lost battles.
Is going to a war that is already lost.
Is being betrayed by your own good acts.
Is believing on the unbelievable.
Is making the impossible, possible!
The important thing is that nobody will ever have the right to tell you that you were not a brave warrior.
Nobody will have the right to tell you that you did not fought your battles.
But they will all have the certainty that you believed, and made it happen.

Believe and you will see.

Esse é um post um pouquinho tenso, é só um desabafo, por favor leve isso em consideração!!!

As vezes amar alguém é lutar batalhas perdidas.
É ir a uma guerra que já foi perdida.
É ser traído por seus próprios bons atos.
É acreditar no inacreditável.
É fazer o impossível, possível!
Mas o mais importante é que ninguém terá o direito de dizer que você não foi um bravo guerreiro.
Ninguém terá o direito de dizer que você não lutou suas batalhas.
Mas eles sempre terão a certeza de que você acreditou, e fez acontecer.

Crer pra ver.


Era um domingo de inverno, há quase trinta anos, quando eu conheci o amor pela primeira vez. Chegou em mim discretamente como se não quisesse fazer barulho para não mes espantar nem causar estranhamento.
Enquanto dançava com os olhos fechados e o peito aberto desfilava pelo baile, sem sair do lugar, carregando nos braços aquela que seria a lembrança mais feliz da minha vida: o primeiro amor.
Não recordo bem se era Marvin Gaye (let's get it on) ou Bee Gees (Reaching out) que rolava nas pick ups, só consigo lembrar de estar ali, com os lábios ansiosos pelo fogo desconhecido, implorando aos céus que aquele momento, que ainda nem havia acontecido, nunca acabasse.Sem o menor traquejo com a poesia, e devoto da Santa adolescêscia das bocas desamparadas, recitava em meus pensamentos coisas do tipo: "Deus por favor faça minhas pernas pararem de tremer". Se alguém um dia se encontrar com deus, e se realmente ele existir, pergunte , ele vai confirmar.
Eu ainda não a tinha beijado. Pelo menos não pessoalmente, mas em sonho... com os olhos...Enquanto a música brincava de ser feliz às minhas custas, colado aquele anjo, fui me deixando levar cantando baixinho o refrão ao seu ouvido: "letis guere riron...". Letis guere riron?????!caramba, se não sei inglês hoje, imagine com quinze anos, coitada.
A Adolescência tem cheiro de almíscar, sei disso porque esse era o perfume que ela usava nesse dia, e durante muito tempo esse aroma permaneceu impregnadao na minha memória.Tirando o cheiro de terra depois da chuva, almíscar tem cheiro de anos incríveis.
Sentindo o aroma da vida fui lentamente virando meu rosto para o encontro daquela boca linda, sorrateiramente, como um colibri que rouba saliva da flor.Havia pensado neste momento há semanas, mais precisamente, quinze anos.
Nunca vou esquecer quele beijo. Até porque foi o meu primeiro pra valer, no rosto não conta, sem amor então... E segundo, porque quase quebrei o sorriso dela.Beijei-a por uma tarde inteira com todas as bocas que tinha o meu pequeno coraçãozinho de menino apaixonado. Que tarde. E que boca.
Beijei-a com todos os meus cincos sentidos, e quase fiquei sem os sentidos por conta disso. Quase que morro no meu primeiro dia de vida.
Com os olhos fechados, beijei-a como quem agradece por estar vivo.Por conta desta troca divina de saliva, e na dúvida, nunca mais cuspi no chão.
Nos anos setenta, época mais brava da ditadura no Brasil, eu estava ali, com a cara cheia de espinhas exercitando a minha revolução: o primeiro amor.
Resolvi escrever sobre isso porque acabo de receber o convite de casamento de dois grandes amigos. E como sou testemunha desse amor quero lembrá-los que por mais belo que seja a lembrança do primeiro beijo ou do primeiro amor, nada, absolutamente nada, é mais importante que o último.
Ah, também lembrei de uma outra coisa, os dias não envelhecem. E todo dia é pra sempre.
Sergio Vaz

"Agora, imaginemos o destino de nossa jornada – o que nossas organizações podem vir a ser, imaginemos um lugar para trabalhar onde o medo foi substituído pela esperança, pela confiança e pela franqueza. Onde nós temos em vista os nossos clientes, inclusive aqueles nossos colegas cujo trabalho depende do nosso, e não, simplesmente, os limites de nossas responsabilidades. Onde todos os funcionários acreditam que a companhia também é deles.

Onde nós controlamos os processos operacionais e não as pessoas. Onde o autoritarismo é substituído pelo senso de responsabilidade. Onde nós encaramos nossos problemas como oportunidades e os enfrentamos buscando descobrir o que está errado e não quem está errado, ou quem é culpado. Onde nós medimos os sistemas em vez das pessoas e definimos procedimentos, em vez de autoridade. Onde nós perguntamos "como posso ajuda-lo?", em lugar de dizer 'isto não faz parte do meu trabalho'.

Imagine uma companhia onde trabalhamos juntos, como uma equipe, para sermos os melhores, dentre os melhores. Onde movemos barreiras, explicando a razão de ser das coisas, em vez de simplesmente dizermos 'limite-se a obedecer ordens!'. Onde buscamos uma resposta para cada problemas em vez de vermos um problema para cada resposta. Onde sempre temos uma idéia para cada solução, em vez de uma desculpa. Onde nos orgulhamos do nosso trabalho e da nossa companhia e acreditemos no comprometimento gerencial no tocante à qualidade.

Imagine uma companhia onde o medo do conhecimento é substituído pelo aprendizado contínuo. Onde a melhoria contínua substitui o marasmo, a mesmice. Onde o pessoal diz ' pode ser difícil, mas é possível' em vez de 'pode ser possível, mas é muito difícil'. Onde o único erro é repetir um erro e a única verdadeira falha é a falha de não tentar.

Imagine uma companhia onde os gerentes são professores, auxiliares, facilitadores, em vez de simplesmente chefes, feitores. Onde o propósito do nosso negócio é cultivar clientes para gerar lucros, sim, mas sempre através da obtenção de sua fidelidade, fidelidade essa baseada na qualidade dos serviços que prestamos e na qualidade dos produtos que entregamos. Onde o significado da palavra responsabilidade está vinculado a uma obrigação de contribuir e não ao exercício do autoritarismo e do controle. Onde a gerência se empenha em fazer com que os processos de trabalho ajudem os funcionários a obter melhor desempenho em cada um desses próprios processos. Onde temos disciplina nos processos, em vez de 'disciplinarmos' os funcionários.

Imagine um ambiente construído sobre uma base de confiança e respeito. Onde as idéias de todos são bem-vindas e utilizadas, sempre que possível.Onde os funcionários são valorizados não só pelo seu trabalho físico, mas também pela sua contribuição intelectual.

Imagine uma companhia onde o medo de ser franco aberto, leal e honesto foi substituído por um ambiente de franqueza sem medo. Imagine. Imagine e Acredite."

Porque esse lugar existe, e cada colaborador sabe que é muito importante para a equipe e que faz parte de um time muito especial... o SEU time.


A  young blonde girl in her late teens, wanting to earn some extra money for the summer, decided to hire herself out as a "handy woman" and started canvassing a nearby well-to-do neighborhood.

She  went to the front door of the first house and asked the owner if he had any odd jobs for her to do.


"Well, I guess I could use somebody to paint the porch" he said.  "How much will you charge me?"


Delighted, the girl quickly responded, "How about $50?"


The man agreed and told her that the paint and brushes and everything she would need were in the garage.


The  man's wife, hearing the conversation, said to her husband, "Does she realize that our porch goes ALL the way around the house?"

"That's a bit cynical, isn't it?" he responded.



The wife replied, "You're right.  I guess I'm starting to believe all those dumb blonde jokes."

A few hours later the blonde came to the door to collect her money..   



"You're finished already??" the startled husband asked.

"Yes,"  the blonde replied, "and I even had paint left over so I gave it two coats.


Impressed,  the man reached into his pocket for the $50 and handed it to her along with a $10 tip.


"Thank you," the blonde said,  "And, by the way, it's not a Porch, it's a Lexus."

Pessoal,

Sei que ultimamente larguei mão do Beach House e não, não tenho desculpas, apenas não encontrei nada interessante pra escrever, e/ou não encontrei a vontade de escrever, mas de qualquer forma hoje estava extremamente saudoso das minhas viagens pelo nosso Brasil maravilhoso e uma das viagens que eu nunca vou esquecer foi pelas cidades históricas em Minas Gerais.

Passei por Ouro Preto, mergulhei na Mina da Passagem em Mariana, segui a estrada Real para Tiradentes, Congonhas, São João Del Rey e mais um monte de cidadezinhas até entrar de volta no estado de São Paulo pelo Rio de Janeiro e voltar pra casa em Sampa.

Porém, o objetivo do meu post de hoje é dar uma dica, um passeio diferente, se você estiver em Tiradentes, pegue a estrada em direção à Bichinho, isso mesmo, um vilarejo próximo à Tiradentes bem pequenininho que leva o nome de "Bichinho", quando chegar lá, de uma olhada no artesanato local e depois almoce no restaurante Têmpero da Ângela, melhor comida mineira que eu jamais experimentei, o mais interessante, você se serve no fogão a lenha da Ângela, isso mesmo, enquanto ela cozinha você come, e todas as vezes que volta no fogão tem algo diferente e mais gostoso ainda, a maior parte dos condimentos dela ela mesmo planta no fundo de sua casa, ai vai uma foto da Ângela sorrindo com os olhos em frente a seu restaurante.


Depois de visitar a Ângela, atravesse a rua e coma os docinhos de sua cunhada!!!

Abraçao a todos, agora fiquei realmente com saudades, experiências como esta de Bichinho é que fazem o Brasil o melhor lugar do mundo.

Texto enviado pela irmã mais maravilhosa do mundo!!!! Tata valeu pela colaboração!



Relacionamentos

Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah, terminei o namoro...
- Nossa, estavam juntos há tanto tempo...
- Cinco anos.... que pena... acabou...
- é... não deu certo...
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam. Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro? E não temos essa coisa completa. Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama. Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel. Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador. Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível.Tudo junto, não vamos encontrar. Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele.Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia. E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona... Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta. Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer. Não brigue, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar... ou não. Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa realmente gostar, ela volta. Nada de drama. Que graça tem alguém do seu lado sob pressão? O legal é alguém que está com você, só por você. E vice-versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia? Gostar dói. Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração... Faz parte. Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo. E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse... A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. E nem todo sexo bom é para descartar... ou se apaixonar... ou se culpar... Enfim...quem disse que ser adulto é fácil ????

Arnaldo Jabor (Dizer que é do Jabor e ser do Jabor nos dias de hoje é meio complicado, mas recebi como sendo de sua autoria!)


Quando entusiastas de corridas falam sobre qual o melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos, o debate geralmente envolve estatísticas. Quem conseguiu subir em mais podiums? Quem teve o maior número de voltas mais rápidas? Quem ganhou o maior número de campeonatos? Michael Schumacher é, claramente, o melhor pois ganhou o maior número de corridas, o maior número de pole positions e o maior número de títulos, 7. Ou talvez ele não seja o melhor. Talvez, seja Juan Manuel Fangio pois ganhou 5 títulos sem se matar como acontecia em sua época. E também ele não assassinou seu legado voltando fracamente ao grid depois de se aposentar. Mas por todo esse rancor o argumento normalmente é só uma comparação desses dois pilotos. Mas se me basear apenas em fatos, Ayrton Senna da Silva, o Brasileiro 3 vezes campeão do mundo que, em 1994, foi o último piloto a morrer em um carro de F1, pertence a categoria de segundo colocados. Que definitivamente não é ruim pois esta em companhia de Jackie Stewart, Jack Brabham and Nelson Piquet - porém não é o melhor.

Eu humildemente envio minha própria opinião sobre o assunto, opinião que com certeza divido com os produtores do novo documentário que recentemente estreiou no Sundance Festival desse ano chamado, simplesmente de Senna. Eu não pude assistir o filme ainda, mas eu aposto que estaria fazendo o mesmo que eu, chateando companhias de jantares por anos: Senna foi o maior piloto de corrida de todos os tempos pois possuia a maior constelação de dons. Seus títulos foram meras consequências disso.

Ele era um competidor diabolicamente feroz (lutando com o outrora companheiro de equipe Alain Prost pra roubar o título de 1990), e um adestrador de asfaltos molhados (famosamente ultrapassando 4 competidores na primeira volta de um encharcado GP de Donnington Park em 1993). Ele possuia uma nunca vista maestria no disco de fricção e tinha uma habilidade sobrenatural de sentir exatamente quanta aderência ele podia dedicar às curvas, aceleração ou frenagem. Ele estava no limite o tempo todo - Eu lembro de sua Lotus dançando maniacamente na reta dos fundos de Detroit.

Senna encontrou espaços vazios e velocidade que ninguém mais conseguiu. Ele qualificou a pole em Mônaco escandalosos 1.4 segundos na frente de Prost. Somente Senna conseguia dominar Prost dessa forma, e somente ele podia fazer o brilhante chefe da equipe de seu rival parecer preguiçoso e não imaginativo. 

Comparado com seu rival, o meticulosamente consistente Prost era tinta para números. Senna era Picasso. Para mim, ele é e sempre será "The One".

E mesmo no passado, seu nome ainda vive na Fórmula 1: em Fevereiro deste ano, o sobrinho de Ayrton Senna, Bruno, piloto de testes da Lotus-Renault - a mesma combinação chassis-motor que seu tio pilotava em 85-86- quase pegou o lugar do machucado Robert Kubica. A vaga acabou indo para o veterano Nick Heidfeld. Ayrton uma vez disse, "Se você acha que sou rápido, espere até ver meu sobrinho Bruno." Aqui estou eu na esperança que ele tenha acesso a um carro de verdade.

Carta do Editor chefe da revista Car and Driver de Maio de 2011 (tradução Kahoe Fernandes)

Acredito que para nós Brasileiros ele sempre será o melhor, homenagem e reconhecimento a um dos homens que nos trouxe inesquecíveis emoções!

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Beach House is a place where I go for all the stuff that makes me happy. Is not always sunny at the beach but we will always have the beach house, a place that always bring family and friends closer even when they are distant. I hope you enjoy your time at the beach. A casa da praia é um lugar que eu vou para todas as coisas que me fazem feliz. Nem sempre tem sol na praia mas a casa da praia vai estar sempre lá, um lugar que sempre coloca família e amigos mais próximos mesmo quando estão distantes. Espero que aproveite seu tempinho aqui na praia.

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